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sábado, 12 de dezembro de 2009

ENTREVISTA - PEDRO DEMO

Pedro Demo concedeu essa entrevista durante o Congresso Conhecer 2008, cujo tema era educação. Pedro Demo é professor do departamento de Sociologia da Universidade de Brasília (UnB). PhD em Sociologia pela Universidade de Saarbrücken, Alemanha.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Alguns escritos sobre educação, retirados do livro Educação Fundamenta escrito por Samael Aun Weor:

“Hoje em dia, na escola, o importante é passar de ano.”

“Se um aluno passa vitorioso por certo exame, (algum estúpido exame), isto não indica que tenha consciência objetiva verdadeira sobre aquela matéria na qual foi examinado.”

“De que serve a educação, se não nos tornamos criativos, conscientes e inteligentes de verdade?”

“Os estudantes devem aprender a pensar por si mesmos, e não apenas repetir como papagaios as teorias alheias. Os professores têm de lutar para acabar com o medo dos estudantes.”

“Aqueles que temem a crítica, o que dirão, etc., não são na verdade inteligentes.”

“O verdadeiro objetivo da educação deve ser acabar com o medo e despertar a consciência.”

“De que serve passar nos exames, se continuamos medrosos e inconscientes?”

“A pessoa cheia de temor não se atreve a discordar da opinião alheia. A pessoa cheia de temor não pode ter livre iniciativa.”

“É urgente que os estudantes percam o medo, para que possam ter livre iniciativa, espontânea e criadora.”

“É urgente que exista a livre iniciativa, para que surja a inteligência criadora nos alunos e alunas.”

“É necessário dar liberdade de expressão criadora, espontânea e sem condicionamento de espécie alguma, a todos alunos e alunas, a fim de que possam se fazer conscientes daquilo que estudam.”

“Por livre iniciativa, os alunos e alunas, em todas as escolas, deveriam ter direito a discutir em assembléia todas as teorias que estão estudando.”

“Somente assim, mediante a libertação do temor e com liberdade para discutir, analisar, meditar e criticar sadiamente o que estamos estudando, é que poderemos nos tornar conscientes dessas matérias e não meramente papagaios ou caturritas que repetem o que acumulam na memória.”